3 de jan de 2013

O que você deseja para 2013? Reflexão sobre o Amor de Deus e o amor ao próximo Parte IV


Continuação Parte IV- Raquel Bezerra

Porque devemos amar?

2.SOMOS DEVEDORES DESSE AMOR

E é exatamente este amor de Deus que nos compele a amar ao próximo como a nós mesmos, pois ele é:


2a) Irresistível - Sintetiza a própria lei de Deus, pois o amor é o vetor que deve governar a vida daqueles que servem a Deus


2b) O maior mandamento - O amor descrito em I Coríntios 13:1,13 é o amor supremo, que quando comparado a fé e a esperança é o maior deles, que ama até os inimigos;

O amor a Deus não se dissocia do amor ao próximo, assim como o apóstolo João ensina que não podemos amar a Deus a quem não vemos, se não amarmos ao próximo a quem vemos (I João 4:19-21)


2c) Sem reservas - Ele é sacrificial, de atitudes, de fato e de verdade e vemos isso na vida de Jesus, que amou publicanos, falou com samaritanos, se importou com aqueles que estavam a margem da sociedade, pois o amor é a própria essência da vida e é o sinal visível do discipulado de Jesus, pois devemos amar assim como ele amou ( João 15:12).



3. DEVEMOS SER PERFEITOS

 Revelação do caráter perfeito de Deus, pois Ele é a fonte do perfeito amor, Ele é amor, I João 4:8- “Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor.” E é esse nosso objetivo como Filhos de Deus, amar a Deus e ao próximo.


Diante disto, devemos desejar o verdadeiro amor, que é o amor de Deus em Cristo Jesus; Refletir o verdadeiro amor na vida das outras pessoas; Viver esse amor de forma prática.


I Coríntios 13:1-13- “Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o címbalo que retine. E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria. E ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria. O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança, o amor, estes três; mas o maior destes é o amor.”


Que Deus derrame sua graça eterna sobre nossas vidas hoje e sempre!

Raquel Bezerra

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